O galego (im)possível nasceu com o objetivo de desnudar o argumentário que se tece em volta da estratégia dominante para o galego, aquela que vê e vive a nossa língua como desligada das sociedades de expressão portuguesa. Ao mesmo tempo, quer oferecer o seu reverso, mostrando outra forma de ver e viver a língua da Galiza, em nossa opinião, mais nutritiva individualmente, mais poderosa socialmente e mais útil para frear o seu avançado estado de susbstituição e de hibridação em relação com a língua estatal do Reino de Espanha.
Nesta segunda edição, a sequência Ainda Mais alude a dous factos. O primeiro é que houve uma reescrita do texto, sobretudo nalguns capítulos que ficaram alterados quase na íntegra, sempre com o guia de comunicar melhor e tornar mais acessível o texto. O segundo alude a que desde a data da 1ª edição, em 2001, é ainda mais palpável que existe um galego possível e um outro impossível.